Nos anos 1990, o setor de energia do Brasil foi submetido a uma
abertura radical. E os fantasmas dessa reforma ainda nos assombram |
O fantasma de um novo apagão
O governo reformou
a reforma do setor elétrico. Mas precisa ir mais longe
se quiser garantir energia para acelerar o crescimento
do País p.4 |
Quem paga a conta do gás
A Petrobras não quer pagar
o que chama de “a farra dos consumidores livres” p.6 |
Livre como a abobrinha
A tese dos liberais era a de
que a energia tinha um preço spot, instantâneo, livre,
como o da abobrinha num fim de feira p.11 |
A segunda Petrobras
A Eletrobrás poderia ser a
segunda grande empresa de energia brasileira no
mercado global. Mas terá de se acertar, antes, com
os índios p.12 |
Um combustível do mal
O Brasil usa pouco e ele é
tido como o mais sujo; mas o carvão é estratégico e
não há razão para que o País não desenvolva suas
novas tecnologias p.15 |
Átomos, energias e armas
Desde Collor, o Brasil recua
na política nuclear; uma orientação nova, que se
anuncia, não será imposta facilmente p.18 |
Entre o social e os sócios
A Petrobras deixou de lado a
cultura “petrobrax” da época das reformas liberais radicais.
Mas não é mais estatal, na soma de seu capital p. 20 |
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